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Em Brasília, policiais cobram justiça na reforma da Previdência

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21 de maio, 2019

Policiais civis e federais de todo o país protestaram por um tratamento mais justo na reforma da Previdência. O ato foi realizado nesta terça-feira (21/05), em Brasília. O grupo se posicionou no gramado em frente ao Congresso Nacional, com carro de som, balões e bonecos infláveis gigantes.

O grupo critica a falta de atenção do Governo Federal com as peculiaridades da atividade dos policiais civis e federais, cujo risco à vida é constante. Chamando atenção para o que consideram “mortal” no texto da reforma, os policiais fincaram cruzes no chão e simularam um enterro. Em faixas e panfletos, mensagens como “Polícia Envelhecida, Sociedade Desprotegida!” e “Polícia enfim Aposentada – PEC 06/2019”.

A iniciativa promovida pelo Movimento da União dos Policiais Brasileiros contou com a adesão da ADPESP e do SINDPESP, representados respectivamente pelo tesoureiro da Associação, Rodrigo Lacordia, e a presidente do Sindicato, Raquel Gallinati.

Críticas

Entre os pontos críticos da reforma da Previdência, estão a fixação da idade mínima de 55 anos para a aposentadoria, com gatilhos para a elevação gradativa da faixa etária; a alíquota de contribuição previdenciária progressiva, iniciando com 14% em relação ao salário; e a ausência de uma lei complementar específica para todos os policiais. Os policiais reivindicam uma reforma mais justa e digna. Também propõem isonomia em relação aos critérios adotados para militares.

Durante o ato, Rodrigo Lacordia e Raquel Gallinati conversaram com alguns deputados a fim de esclarecer a realidade e agruras da rotina dos delegados. Eles também falaram sobre as 10 medidas de modernização e fortalecimento da Polícia Civil.

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