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Carta de despedida da pianista Zilmeia Santoro

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7 de março, 2019

Antes de tudo, faço saber que os funcionários da Associação estarão sempre na minha lembrança.

Reporto-me agora a todos os Doutores que conheci, desde o início do meu trabalho. Dr. Emílio Pescarmona, que me contratou, muito satisfeito por eu ser de origem Italiana, e lá se foram músicas italianas. Muitas vezes com ele cantando e trazendo CD’s da Itália. Eu ficava muito agradecida com Arielzio e outros doutores que me ajudavam a tirar novas músicas da qual gostavam.

Lembro-me dos rostos sempre entrando no restaurante, sorridentes para comigo. O piano ficou por muitos anos perto da entrada, perto de janela. Participei no início de vários eventos e, se eu disser todos os nomes que estou agora lembrando, estarei sendo ingrata com vários doutores que esqueci o nome, aliás sobrenome.

Trago-os no maior apreço pela profissão que escolheram, e sentia dor no coração quando os via pela TV, indo averiguar crimes escabrosos. Sentia imensa pena. Sabia o que deveriam sentir, tendo suas famílias, pois iam com elas aos domingos (no restaurante). Eu só os olhava. E ficava enternecida, pensando. Foram várias vezes. Deus os abençoem! Pelo que se deparam e apuram. Não só eles, como aos militares e investigadores, e as delegadas lindas e capacitadas que conheci.

Dirijo-me a todos pra não ser injusta. Todos estão nas minhas lembranças. Seus elogios e agradecimentos, suas esposas atenciosa, muitas vezes, e filhos.

A ADPESP estará até o fim dos meus dias em minha memória! Nunca os esqueci. Os anos passam, mas as lembranças ficam.

Perdoem-me por não citar todos aqui. São tantos, que no decorrer desses 36 anos, que me trouxeram CD’s, serei ingrata não citando todos.

Aqui deixo minha despedida com muito amor e saudade! Virei visitar, prometo!!!

Zilmeia Santoro.

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