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ADPESP repudia negociação para Previdência estadual

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29 de novembro, 2019

A ADPESP repudia veementemente a noticiada negociação entre deputados estaduais, Poder Executivo e integrantes da Administração Superior da Polícia, realizada hoje, 29.

Não há negociação aceitável que retire direitos, inclusive exaustivamente discutidos no âmbito do Poder Judiciário, como a integralidade e paridade para os servidores que ingressaram até 2003, com idade mínima de 55 anos.

O governo insiste em não dialogar com os legítimos representantes das classes policiais e, portanto, não reconhecemos a legitimidade de eventual negociação.

Mais uma vez, reforçamos que não há negociação apoiada pela ADPESP nesses termos, na medida em que impõe idade mínima de 60 anos para homem e 57 anos para mulher, como condição para o direito à integralidade e paridade aos que ingressaram até 2003.

Tal direito, repise-se, já era concedido pelo Poder Judiciário, e é dado à Polícia Militar, sem limite de idade.

Na esfera Federal, a idade mínima de aposentação é de 55 anos, ou seja, tal “negociação” alardeada como “a possível” não passa de um desastre para a classe, que certamente será compelida a se aposentar em massa (número estimado em 04 mil policiais).

Não há razão lógica para um policial civil trabalhar cinco anos a mais que um policial federal, já que as características da função são exatamente iguais.

Caso essa proposta seja mantida, a ADPESP acionará o Poder Judiciário para fazer valer os direitos dos seus associados, não descartando o apoio a medidas mais drásticas, como paralisações.

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